sábado, 26 de maio de 2012

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Circuito Rural de Teatro de Mamulengo - Gama



Fotos de: Eduardo Pereira

quarta-feira, 23 de maio de 2012

quarta-feira, 16 de maio de 2012

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Inicia o Circuito Rural de Teatro de Mamulengo "Grupo de Teatro Mamulengo sem Fonteiras", no Centro Educacional Taquara em Planaltina DF.


O Circuito Rural de Teatro de Mamulengo,  levará espetáculos  de Teatro de mamulengos  para 9 escolas da zona rural de Oito Cidades. O mesmo  tem o objetivo de  colaborar com  a revitalização  das  artes e cultura dentro das escolas, trabalhando  o processo de formação de novos espectadores e platéia  do teatro de bonecos, sempre apresentando em espaços alternativos  como pátio, auditório,  em baixos de árvores e outros lugares pré escolhido pela a escola.

O mamulengueiro é um ator?

O mamulengueiro é um ator?
A PRÉ HISTÓRIA DO ATOR
Nascemos com este sentimento, somos seres essencialmente teatrais.
Nicolau Evreinof
Diferente do que a maioria dos estudiosos afirma sobre a origem religiosa do teatro vamos imaginar o contrário e falar na origem teatral das religiões ou simplesmente que na gênese de nosso ofício está a necessidade humana de simbolizar vivências ou sensações com o objetivo de comungá-las com o seu semelhante, esta habilidade de comunicação foi chamada pelo estudioso russo Nicolau Evreinof de “transfiguração” (trans+figura+ação), ou seja, demonstração de uma ação através de figura. [1]

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

O cientista das marionetas


O cientista das marionetas
31.01.2012 - Tiago Bartolomeu Costa
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Henrique Delgado (1938-1971) descobriu que as marionetas tinham uma história. O seu legado, que é também a história dos bonecreiros portugueses, está agora em livro
Há histórias que ficam por contar. A de Henrique Delgado (1938-1971) é uma delas. Impulsionador do teatro de marionetas em Portugal, apagou-se por entre as centenas de horas passadas a recolher material em estradas onde não cabiam carros, a falar com os antigos bonecreiros, homens e mulheres que passavam para fantoches de luvas tradições orais, era o país ainda uma ditadura. Recolheu, investigou e divulgou, cá e lá fora, um teatro que fazia serões de camponeses em diferentes zonas do país, e que cruzava as tradições orais com a inventividade dos poucos meios.


quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Teatro de boneco será patrimônio cultural do País

Domingo, 27 de Abril de 2008

Teatro de boneco será patrimônio cultural do País

"Eu sou a flor do mamulengo/ Me apaixonei por um boneco". Nos versos do compositor Luiz Fidélis, cantados pela banda de forró Mastruz com Leite, o grande amor de uma mulher é simbolizado por um boneco de mamulengo, por quem ela declara a própria paixão. Mas, em breve, o teatro de bonecos tradicional do Nordeste, conhecido genericamente como mamulengo, poderá ganhar muito mais amantes Brasil afora. Para isso, está em andamento um projeto de registro dessa expressão popular como patrimônio cultural do Brasil.

A iniciativa é denominada "Projeto de Registro do Teatro de Bonecos Popular do Nordeste: Mamulengo, Cassimiro Coco, Babau e João Redondo como Patrimônio Cultural do Brasil". O pedido veio da Associação Brasileira de Teatro de Bonecos (ABTB) e conta, desde 2007, com o financiamento do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). O gerenciamento da pesquisa cabe à Associação Filhos da Lua, do Paraná.

Os estados abrangidos pelo projeto são Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba e Pernambuco, onde o teatro de bonecos tradicional é denominado Cassimiro Coco, João Redondo, Babau e Mamulengo, respectivamente. Segundo a coordenadora da pesquisa no Ceará, a escritora e bonequeira Ângela Escudeiro, a diferença desses nomes se deve ao costume e às diferenças de abordagem em cada Estado. "O berço dessa linguagem é Pernambuco, por isso o uso da palavra mamulengo ficou generalizado entre a população", explica ela.